Despreocupados com a vida os
cidadãos seguem sua rotina
Retalhados com as regras
Reprimidos com as brigas,
A polícia já não trás segurança
A favela já parece a ultima esperança
Aquela casa abandonada onde tudo se via
dos tiros, aos gritos, as folias da vizinhas
trás consigo temores, rancores de amores perdidos
A humanidade já não se comove com crianças sofridas
Já não se enchem os olhos com mendigos na esquina
Eles brincam de ser felizes...
A felicidade brinca com eles
E dessa andanças, onde o mundo se cansa, as pessoas descansam como num final feliz...
Confissões de um Moinho

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