sábado, 27 de novembro de 2010

Subúrbio da cidade grande


E para o subúrbio da grande cidade que não para eu irei;
Ver lá debaixo de tanto lixo, um botão de flor que desabrocha;
Ver no rosto de uma criança com roupas rasgadas um sorriso de graça;
Ver no adolescente que nada sabe um olhar de esperança;
Observar o adulto exausto e cansado de tanta injustiça, relaxar ao abraço da família;
Perguntar para o senhor sentado na beira da rua observando a vida passar, se ele foi feliz, e com um último suspiro de consolo ele me responde:
-Sim... pois sempre lutei pelos meus sonhos, irrelevando o descaso do mundo conosco!


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